22 de fevereiro de 2024

Instagram estratégico para empreendedoras, na prática - especialista Silvana Vianna ensina tudo em Workshop

 Olá, amores!


No dia 27 de fevereiro, das 13h às 18h, a especialista em mídias sociais, Silvana Vianna apresenta o Wokshop "Instagram Estratégico para Empreendedoras", em Niterói. O evento é idealizado pelo Conexões Femininas, e será realizado na Cafeteria Cheirin Bão, na rua Ator Paulo Gustavo, em Icaraí, Niterói. Para se inscrever basta acessar o link Sympla.

 

O evento é voltado para empresárias que buscam aprender e fazer networking no mundo dos negócios, onde a presença digital é crucial para o sucesso nos negócios, o Instagram se tornou uma ferramenta poderosa para empreendedoras que desejam expandir suas marcas e alcançar um público mais amplo.

 

Com sua plataforma visualmente atrativa e recursos inovadores, o Instagram oferece inúmeras oportunidades para mulheres empreendedoras promoverem seus produtos e serviços de maneira autêntica e impactante.

 

“Entender como usar a ferramenta a favor do negócio é fundamental para ajudar a empreendedora a se posicionar no digital, permitindo que ela crie conexões com seus seguidores e clientes, supere desafios e celebrem conquistas”, comenta Silvana Vianna.

 

 

Sobre o Conexões Femininas

 

O Conexões Femininas é um grupo estruturado de networking empresarial que visa ajudar mulheres a divulgar seus negócios através de encontros e mentorias para o desenvolvimento de relacionamentos comerciais que gerem indicações de negócios mútuos.

 

Para se inscrever, basta acessar o link do Sympla: https://www.sympla.com.br/instagram-estrategico-para-empreendedoras__2342454                                                                                                                                                  

 

 

Serviço: Workshop ‘Instagram Estratégico para Empreendedoras’

Data: 27 de fevereiro (terça-feira)

Hora: 13h às 18h

Local: Cheirin Bão

Inscrição: Sympla

https://www.sympla.com.br/instagram-estrategico-para-empreendedoras__2342454                                                                                                                                                  

 

Rua Ator Paulo Gustavo, 383, Icaraí – Niterói - RJ

Cores vibrantes, estampas descombinadas e lembranças afetivas: Casa Vogue revela o ousado estilo de morar da modelo e ativista Adwoa Aboah

 Olá, lindezas!

A modelo Adwoa na sua biblioteca, onde peças de estilos diversos se misturam.
Foto: Simon Upton

Estrela de capas de revistas como a Vogue britânica e rosto de campanhas publicitárias para grifes como Chanel e Burberry, a modelo, atriz e ativista Adwoa Aboah conta à Casa Vogue que nunca desejou morar em um cenário. Sob sua orientação, o projeto da residência, em Londres, foi realizado pela designer de interiores Beata Heuman e pelo arquiteto Lewis Kane. “Cresci em um lar cheio de cores e estampas, onde nada combinava. Era despretensioso e confortável. E era isso o que eu queria”, explica.

Foto: Simon Upton

Adwoa estava com o pai, Charles, e a irmã, Kesewa, quando viu a casa de tijolos vermelhos de quatro andares, cinco anos atrás. Buscava seu novo endereço na região próxima à residência de seus pais, no oeste de Londres, mas nenhuma das opções era “a escolhida”. No papel, também não seria aquela: além de não ter instalação elétrica nem aquecimento, havia sido dividida aleatoriamente em cinco unidades. “Quando nós entramos, olhamos um para o outro e simplesmente soubemos”, lembra. “Estava desmoronando, mas eu pensei: ‘Esta é a minha casa’.”

A entrada da casa de Adwoa é ilusória. A construção da era vitoriana, com a porta pintada de preto, dá poucos indícios da decoração que há por trás dela, e sugere, talvez, uma moradora com uma queda pelo simples. Ao entrar no hall, entretanto, toda a sua personalidade se revela. Pendurado em uma parede banhada de rosa suave, longe de qualquer rastro de minimalismo, um estandarte vintage exibe arte africana simbólica de Asafo – uma homenagem à herança ganense e inglesa dela, que nasceu no Reino Unido – e recebe os visitantes. “Fiz questão de colocá-lo aqui, logo na entrada, para dar o tom”, justifica ela sobre o objeto. “Nós colecionamos essas bandeiras há muito tempo – eu, meu pai e minha irmã.”

Foto: Simon Upton

Lembranças da vida da moradora preenchem os espaços e conferem à casa um caráter afetivo. Por ali, estão espalhadas as colaborações criativas de familiares e amigos. A biblioteca é um tesouro de curiosidades ecléticas (incluindo sua própria boneca Barbie), fotografias raras e pessoais, obras de arte (uma tapeçaria de parede feita por sua irmã como parte de seu curso de arte está pendurada em um local de destaque) e livros colecionados ao longo dos anos.

A sala de estar foi projetada em torno de uma tela em grande escala de Ariana Papademetropoulos. “Uma amiga me apresentou o seu trabalho e me apaixonei completamente”, conta a modelo. “Amigos disseram que se pudessem imaginar uma casa que me descrevesse, seria esta. Me sinto em paz aqui. É meu santuário”, conta à Casa Vogue.

Confira o conteúdo completo na Casa Vogue de fevereiro, disponível em versão digital e nas melhores bancas do país.

MAM São Paulo abre programação de 2024 com retrospectiva da obra de George Love

 Olá, amores!

George Love, Ilha do Marajó, 1971. Fotografia publicada no  livro Amazônia e Alma e Luz


George Leary Love (1937-1995), fotógrafo afro-americano que desenvolveu uma trajetória extremamente prolífica no Brasil entre as décadas de 1960 e 1980, terá uma retrospectiva de sua obra exibida no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Em cartaz de 1º de março a 12 de maio, a exposição George Love: além do tempo tem curadoria do pesquisador e fotógrafo Zé De Boni, a quem Love confiou parte de seu arquivo e documentos relevantes de sua história, e será a primeira grande mostra póstuma do artista.

Reunindo um conjunto de mais de 500 fotografias, em novas impressões e originais de época, a exposição traça uma linha do tempo que remonta a um período desde antes do artista vir para o Brasil, até sua morte em 1995. O curador explica que optou por dividir a mostra em 20 núcleos, como se o espaço expositivo sediasse 20 individuais de Love, cada uma se debruçando sobre uma temática ou uma época. Os setores consideram também os lugares onde George Love viveu no decorrer de sua carreira: primeiro em Nova York, depois São Paulo, onde (se instalou) chegou em 1966, uma escapada ao Rio de Janeiro, o retiro em Nova York depois de 20 anos no Brasil, e a volta São Paulo nos seus últimos anos de vida.

Nascido em 1937 na cidade de Charlotte, na Carolina do Norte (EUA), George Leary Love veio de uma família simples e culta. A fotografia apareceu em sua vida de maneira inesperada e ele desenvolveu o ofício de maneira autodidata. Formado em Matemática e Filosofia da arte, só foi descobrir-se fotógrafo no período em que viveu na Indonésia, onde o pai trabalhava no serviço diplomático. Na volta ao seu país, morou em Nova York, onde iniciou uma carreira bem-sucedida na fotografia.

Participou de um grupo de vanguarda chamado Association of Heliographers, do qual chegou a ser vice-presidente. O grupo nova-iorquino tinha como membros nomes importantes da fotografia estadunidense e, no início da década de 1960, atuava com pioneirismo ao dispor de um espaço para exposição dos trabalhos de seus integrantes, observado com atenção pelos críticos da época. Além disso, foram precursores na comercialização de fotografias coloridas, o que era visto como tabu na época.

Também durante os anos 1960, Love envolveu-se com o grupo Student Nonviolent Coordinating Committee, conhecido pela sigla SNCC, formado em grande parte por estudantes negros, que promoviam protestos e ações diretas contra a segregação etnico-racial nos Estados Unidos. Essa questão, porém, quase não aparece na obra do fotógrafo. Ele realiza alguns registros que se aproximam de um resgate da ancestralidade, incluindo fotografias de sua famíla, e também alguns breves registros do bairro do Harlem em Nova York, conhecido por ser reduto da cultura afro-americana.

George Love deixou grande parte de seu acervo e seu arquivo com Zé De Boni, outra parte ficou nos Estados Unidos com sua ex-companheira, Barbara Livesey, que doou esse material à Universidade da Carolina do Norte em Charlotte (University of North Carolina in Charlotte), na cidade natal do fotógrafo, no início dos anos 2000. O curador levou anos trabalhando no material, diante da necessidade de identificar e interpretar documentos e fotografias que recebeu precariamente agrupados, para oferecer ao público uma visão mais clara e organizada. Durante a pandemia o trabalho foi intensificado, resultando nessa exposição.

De Boni baseou sua pesquisa no seu íntimo conhecimento da atuação de George Love, tendo sido um raro curador de uma exposição dele nos tempos áureos. Ele também fez entrevistas com pessoas que conviveram com o fotógrafo. Os documentos e cartas trazem detalhes marcantes desconhecidos até para os mais íntimos e as revelações dão um colorido especial à interpretação do trabalho do autor e de sua personalidade.

Pioneiro e inovador, esteve sempre na vanguarda e é considerado como alguém que estava à frente de seu tempo, por seus pares. A partir daí, surgiu o nome da exposição. Além disso, o fotógrafo tinha um certo mistério em torno de si, pois pouco se sabia de onde veio o destino que tinha levado.

“Desde que eu estou com esse acervo, tenho essa preocupação com o destino de tornar isso acessível a pesquisadores, estudiosos, estudantes e público. Principalmente porque era essa a vontade do George e foi isso o que ele me confiou”, comenta Zé De Boni. Para o curador, a realização da exposição no MAM representa um passo significativo para a preservação da obra e da memória de George, ao mesmo tempo em que celebra a relevância do fotógrafo.

Segundo Cauê Alves, curador-chefe do MAM: "Em uma época em que a crise climática está cada vez mais evidente, a mostra George Love: além do tempo chama atenção para o olhar visionário e atual do artista, assim como para questões ambientais urgentes. O MAM possui um dos acervos de fotografia mais relevantes do país, a mostra do George Love contribui não apenas para sua difusão, em especial de um recorte pouco estudado, como para construção de uma história da fotografia mais diversa."

George no Brasil
George Love conheceu Claudia Andujar durante uma das viagens da fotógrafa para os Estados Unidos. Convidado por ela, veio ao Brasil em 1966 e viveram juntos por 8 anos. George contava de forma anedótica que não sabia o que vinha fazer no país, incerto em relação ao que o mercado brasileiro oferecia para o tipo de fotografia mais artística à qual se dedicava. Caiu nas graças de pessoas importantes, que o incentivaram bastante. Entre essas pessoas estavam Pietro Maria Bardi, fundador do MASP, e Roberto Civita, na época presidente do Grupo Abril. 

A Abril procurava fotógrafos criativos para colaborar com suas publicações jornalísticas e o portfólio de George chamou a atenção dos publishers. Inclusive, o próprio Roberto viria a convidá-lo, de maneira um tanto inusitada, a fotografar esportes, categoria nunca antes explorada pelo fotógrafo, provocando-o a agir “fora da caixa” e impressionando a todos com o resultado. Neste âmbito, destacaram-se, em particular, as contribuições de George para a revista Realidade, veículo que deixou uma marca significativa na imprensa brasileira por suas reportagens aprofundadas.

Neste mesmo período, no início dos anos 1970, ele e Claudia Andujar são convidados por Pietro Maria Bardi a realizar diversas atividades sobre a fotografia no MASP. Ali realizam exposições pioneiras, desfrutando de uma liberdade de pensamento e execução de projetos que lhes foi conferida. Paralelamente, ele começa a atuar de maneira comercial, investindo na área de fotografia corporativa, tendo como um de seus principais clientes a Olivetti, a Eletrobrás e a Eletropaulo, sempre em trabalhos com exuberância criativa.

A Amazônia
Já na sua chegada ao Brasil, George Love empreendeu uma viagem à região do povo Xikrin, no Pará, com Claudia Andujar. Uma edição especial, a Realidade os levou de volta à Amazônia e o seu resultado marcante iniciou uma dedicação aprofundada dos dois à região. De Boni aponta uma “ética” acordada pelos dois fotógrafos, que estabelecia que o trabalho com as comunidades indígenas seria feito por Claudia, enquanto George se dedicaria mais à paisagem. Esses registros culminaram no fotolivro Amazônia, uma celebração visual e narrativa da diversidade cultural e da conexão íntima entre as comunidades indígenas e o meio ambiente.

Para George, a experiência de fotografar a região era marcada por uma dimensão onírica em imagens aéreas, dada a vastidão e a exuberância de sua biodiversidade. Em reminiscência ao seu trabalho, ele chegou a expressar que a infinitude da Amazônia era algo impossível de ser capturado por uma câmera, mas, contudo, era algo possível de ser sonhado. 

Outro trabalho destacado do fotógrafo foi resultado de sua interação com a cidade que ele adotou, publicado no livro São Paulo: Anotações, também aclamado pelos críticos.

Porém, foi com a paisagem amazônica que ele celebrava sua identificação e é este o grande destaque da exposição. De Boni ainda aponta o livro Service Order 8696, o qual George considerava seu “autorretrato”, o que seria repetido em seu livro póstumo Alma e Luz. Esses e outros fotolivros estarão também em exibição na mostra do MAM São Paulo, bem como uma entrevista inédita, gravada em vídeo pelo próprio curador em 1993.

Sobre o MAM São Paulo
Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, peças de teatro, sessões de filmes e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

Serviço:
George Love: além do tempo
Curadoria: Zé De Boni
Período expositivo:1º de março a 12 de maio de 2024
Local: Sala Milú Villela, Museu de Arte Moderna de São Paulo
Museu de Arte Moderna de São Paulo
Endereço: Parque Ibirapuera
(Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - acesso pelos portões 1 e 3)
Horários: terça a domingo, das 10h às 18h (com a última entrada às 17h30)
Ingressos: R$30,00 inteira e R$15,00 meia-entrada. Aos domingos, a entrada é gratuita e o visitante pode contribuir com o valor que quiser. Para ingressos antecipados, acesse mam.org.br/visite

*Meia-entrada para estudantes, com identificação; jovens de baixa renda e idosos (+60). Gratuidade para crianças menores de 10 anos; pessoas com deficiência e acompanhante; professores e diretores da rede pública estadual e municipal de São Paulo, com identificação; amigos e alunos do MAM; funcionários das empresas parceiras e museus; membros do ICOM, AICA e ABCA, com identificação; funcionários da SPTuris e funcionários da Secretaria Municipal de Cultura.

Telefone: (11) 5085-1300
Acesso para pessoas com deficiência
Restaurante/café
Ar-condicionado
Mais informações:
MAM São Paulo

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21 de fevereiro de 2024

O rústico e o luxuoso se unem em campanha de marca brasileira de jóias

 Olá, amores!

A natureza em sua mais simples e abstrata forma é também exuberante e repleta de encantos. Basta olhar com atenção para perceber sua beleza única. Foi a partir desse conceito que o paisagista regenerativo João Queiroz uniu elementos da natureza às joias da nova coleção Unseen Beauty da marca Ara Vartanian. Com o tema Beleza Oculta, a nova coleção comprova que a beleza pode existir em lugares inusitados e surpreendentes, com elementos sutis que moldam e transformam o que temos concebido como belo. O trabalho de Ara Vartanian mostra que a beleza pode ter diferentes definições e perspectivas.

Um cacho de palmeira jerivá compõe os brincos de tanzanitas com rubelitas, diamantes negros invertidos e diamantes brancos em ouro 18k branco e rosé

O paisagista combinou as joias com a grande diversidade da botânica brasileira, como flores, plantas e galhos, que foram cuidadosamente escolhidos para comporem uma combinação de contraste de cores e texturas com as peças. João Queiroz desenvolve um trabalho que promove a reconexão da natureza à vida urbana. À frente da Petrichor, “aroma de terra molhada” em francês, seu propósito é encaixar a natureza em ocasiões não óbvias do cotidiano.


“A moda é uma fotografia e o paisagismo é um filme. O paisagismo é construído por muitos momentos, alguns não tão bonitos e outros extremamente maravilhosos. Acho que beleza e moda se complementam. Quando o paisagismo enxerga a beleza não óbvia e oculta, a moda traz uma beleza instantânea, Um momento que é esplendoroso”, explicou o paisagista. 

Brincos de rubelitas com diamantes brancos em ouro 18k branco e rosé em uma Nepenthe seca

Chifres de veado servem de base para os brincos de turmalinas verdes com diamantes negros e brancos em ouro 18k branco


Foram diversas as composições que o paisagista criou para as novas peças de Ara Vartanian, com elementos que ele mesmo buscou em uma imersão por bosques e matas para a produção deste trabalho. Os brincos de rubelitas com diamantes brancos em ouro 18k branco e rosé em uma Nepenthe seca, resgatada em uma de suas incursões. Um cacho de palmeira jerivá, já colhido sem vida, compõe os brincos de tanzanitas com rubelitas, diamantes negros invertidos e diamantes brancos em ouro 18k branco e rosé. Chifres de veado servem de base para os brincos de turmalinas verdes com diamantes negros e brancos em ouro 18k branco e destacam as cores da peça. “Joias fazem parte da natureza, pedras são encontradas na natureza e os metais também. Claro que não da maneira como são vendidas. Existe um processo gigante por trás, mas assim como um jardim, planejamos elementos da natureza para ficarem da maneira como gostamos”, completou. 


Sobre a Petrichor e João Queiroz


O nome Petrichor vem do Grego "Petros", que significa Pedra e "ICHOR", que quer dizer "O fluido que passa pela veia dos deuses". É a conexão da natureza através da chuva. Os jardins criados pela Petrichor são como recantos de reconexão sustentáveis, independente do seu tamanho. O jardim é para trazer prazer e não trabalho, portanto, preza-se pelo uso de espécies nativas, adaptados ao ambiente, contribuindo para seu auto-desenvolvimento. Um jardim que é vivo e não apenas contemplado. Por trás da Petrichor está João Queiroz, paisagista com uma missão maior, reaproximar a natureza deste contexto tão urbanístico. Nascido em uma família de fazendeiros, estudou inovação exponencial na Singulatiry em Santa Clara na Califórnia. Em sua varanda de 10 metros quadrados, em São Paulo, o paisagista cultiva cerca de 120 plantas, além da criação de peixes em um vaso aquático com lótus brancas e até abelhas sem ferrão, nativas do Brasil, em caixas de madeira próprias que funcionam como colmeias. Um de seus projetos mais importantes contou com cerca de 150 mil metros quadrados, certificado LEED GOLD, um dos maiores da América Latina neste enquadramento, 100% sustentável. 


@petrichor.farm__

@joaoafq

 

Sobre Ara Vartanian

Ara Vartanian faz parte de um caso de família com o mundo das joias. Brasileiro, de origem armênia, nasceu no Líbano e mudou-se para São Paulo quando tinha apenas 1 ano de idade. Foi criado em meio às pedras preciosas que seu pai comercializava e começou a trabalhar no negócio da família em 2000. Em 2002, nasceu a marca que leva o seu nome e, em 2005, ele decidiu seguir carreira solo e abriu seu próprio ateliê. Como designer, o estilo de Ara Vartanian de criar joias finas é muito singular: ele capta a essência de cada pedra. Nessa busca pela singularidade, ele começa a desenvolver um relacionamento intenso com a matéria-prima. As gemas dão a cada peça de joalheria sua própria linguagem singular. Braceletes, brincos, anéis ou colares podem apresentar formas e tamanhos raros com pedras escolhidas pessoalmente pelo designer, trazendo inovações surpreendentes.

@ara_vartanian

20 de fevereiro de 2024

NV traz coleção de Inverno 24 que celebra São Paulo

 Olá, lindezas!

A NV, marca do grupo Soma, lançou, este mês, sua coleção de Inverno 24. Batizada de “Born in São Paulo”, a coleção homenageia a maior metrópole do Brasil, com peças urbanas, autênticas e versáteis, como a cidade.


O camuflado vira objeto de desejo em forma de bermudas de alfaiataria, blazers, coletes, calças e vestidos. O Vichy é destaque entre as peças, aparecendo em preto e branco e trazendo a estética preppy ao centro. A volta da calça capri, tendência da estação, e camisas com barra arredondada são outros destaques que trazem uma alfaiataria descomplicada e casual, ponto forte da marca.


O Jacquard, outro elemento clássico e elegante, faz parte do DNA da NV e aparece nessa coleção em construções de alfaiataria e formas alongadas. O top que traz ombros à mostra mistura o clássico com o urbano com muita elegância. Já as jaquetas de couro revisitam um clássico com toques de tendência.


Baseada na atemporalidade e no conceito de que mulheres são múltiplas, a NV se apega à modelagem primorosa e versatilidade com seu mix de produtos que engloba desde básicos para o dia a dia até peças statement, passando, é claro, pela clássica alfaiataria.


A estrela da campanha é a supermodel Aline Weber, que personificou uma mulher antenada, decidida e estilosa.


A coleção de Inverno 24 já está disponível nas lojas e no site.


Sobre a NV:


Há 11 anos no mercado de moda, a NV, marca do grupo Soma, fundada por Nati Vozza, nasceu no universo da internet com o objetivo de oferecer peças alinhadas às principais tendências do segmento. Atualmente, a marca possui 17 lojas nas principais cidades do Brasil.

Coach lança a campanha 'Find Your Courage', com personagens virtuais e celebridades

 Olá, amores!

A Coach lançou a sua mais nova campanha, ‘Find Your Courage’, que apresenta um universo virtual no qual a modelo e criadora digital imma embarca em uma jornada ao lado dos embaixadores da marca, Lil Nas X, Camila Mendes, Youngji Lee, Kōki e Wu Jinyan.

Nova campanha "Find Your Courage" - Coach

Tendo como pano de fundo uma paisagem virtual, a campanha apresenta a coleção Primavera da Coach enquanto narra uma história de descoberta da autenticidade à sua própria maneira. Fundamentada no tema “The Courage to Be Real” (A Coragem de Ser Real), a campanha visa inspirar as pessoas a abraçarem as suas identidades multifacetadas, confundindo as fronteiras entre os reinos físico e virtual para refletir a definição evolutiva de autenticidade entre os jovens de hoje.

A campanha se desdobra em capítulos, com o segmento inicial estrelado por Lil Nas X. Os capítulos subsequentes, com lançamento previsto para março, abril e maio, terão a presença de outros embaixadores da Coach.

“Ao imaginar a Primavera, fui inspirado a explorar os arquétipos do estilo americano e os códigos que definem o legado da Coach através do ponto de vista da geração de hoje”, disse o diretor criativo Stuart Vevers. "'Find Your Courage' expressa o sentimento que eu queria para a coleção, onde nossa herança é a base para novas possibilidades emocionantes de autoexpressão.”

Dirigida por Vallée Duhamel e fotografada por Charlie Engman, 'Find Your Courage' utiliza CGI para dar vida ao mundo virtual.

“'Find Your Courage' tem como objetivo inspirar nossos consumidores a buscar todas as possibilidades, apesar das tensões e expectativas na vida que possam sentir”, acrescentou o diretor de marketing global da Coach e presidente da América do Norte, Sandeep Seth.

“Para nós, imma é a embaixadora perfeita para contar esta história porque ela desafia a ideia do que consideramos 'real' hoje. Sua jornada em nossa campanha nos leva a um novo mundo que ultrapassa os limites da autoexpressão e nos inspira pelo caminho.”

19 de fevereiro de 2024

Cadeiras de luxo do Atelier Clássico

Olá, amores!

Cadeira Italiana Madeira Maciça Design Exclusivo Peça Artesanal


As cadeiras de alto padrão e luxo são uma das peças de mobiliário mais utilizadas em salas de jantar. Afinal, como poderíamos colocar comida na mesa sem elas, não é? Nada melhor do que receber os convidados em sua casa e preparar uma refeição em uma cadeira macia, confortável, elegante e charmosa que todos se sentirão como um verdadeiro rei sentado nela.

Existem uma grande variedade de cadeiras para todos os gostos, necessidades, estilos e decorações. Então, se você já estava querendo dar aquela melhorada no cômodo mais importante da casa, vem ver essas inspirações de itens que vão fazer toda a diferença, deixando mais bonita.

Cadeira com Braço Luís Felipe Entalhada Madeira Maciça Design de Luxo Peça Artesanal


Cadeira Inglesa Madeira Maciça Design de Luxo Peça Artesanal


Para compor ambientes com beleza e precisão, a Atelier Clássico produz móveis com design e tecnologia desde 1962 e são confeccionadas em madeira maciça. A cadeira são peças decorativas que agregam mais beleza e sofisticação à decoração de ambientes refinados, e proporcionam conforto em momentos especiais à mesa de jantar.


Sobre a Atelier Clássico

Atelier Clássico é uma loja virtual de móveis de luxo com foco no design clássico e fabricação própria. A empresa apresenta coleções encantadoras de móveis de luxo, com designs clássicos e icônicos, feitos em nossa fábrica por mestres artesãos e fabricantes parceiros de alto padrão desde 1962, em Curitiba/PR.

15 de fevereiro de 2024

17 e 18/02: Veja a programação gratuita para crianças e bebês neste fim de semana no Botafogo Praia Shopping

 Olá, amores!

Clube do FoguinhoBotafogo Praia Shopping/Divulgação

O Clube do Foguinho, o dragão mascote do Botafogo Praia Shopping, tem uma programação gratuita cheia de brincadeiras para bebês e crianças neste fim de semana. O sábado é reservado à programação para bebês de até 18 meses, de 10h ao meio-dia. O domingo é destinado à diversão das crianças com até 12 anos, de 15h às 16h30.
 
O espaço fica no 3º piso do shopping, próximo ao Ogro Steaks, e comporta até 30 participantes por sessão. Para participar, basta acessar o app do Botafogo Praia Shopping, disponível para download na Apple Store, para iOS, e na Play Store, para Android.

Programação completa 

Sábado -  10h às 12h, para bebês 

  • 17/02 - Atividades e músicas que fortalecem a interação entre crianças e adultos, destacando valores como amizade, união e cooperação.   

Domingos- 15h às 16h30, para os pequenos 

  • 18/02 - Amigos do Foguinho - Circuito com jogos coletivos, e muitas brincadeiras para os pequenos 

Botafogo Praia Shopping - Imagine um local com um variado mix de compras, alimentação e serviços. Junte uma vista deslumbrante para o mais belo cartão-postal da cidade e adicione charme e conveniência. Este é o Botafogo Praia Shopping, que há mais de 20 anos encanta os cariocas e turistas que chegam a Botafogo, um dos mais tradicionais bairros da cidade. Inaugurado em 23 de novembro de 1999, o Botafogo Praia Shopping faz parte da rotina de quem mora e/ou trabalha em Botafogo e bairros adjacentes na zona sul carioca. Sua localização é privilegiada. Além de estar a cinco minutos da Estação de Metrô Botafogo e a apenas 15 minutos do Aeroporto Santos Dumont, o shopping fica localizado em frente ao Pão de Açúcar, um dos principais pontos turísticos da cidade e conta com um mix completo que atende a um público qualificado, composto por executivos e profissionais de empresas em seu entorno, além de famílias e moradores da região.  #BotafogoPraiaShopping 
 

Sobre a Ancar Ivanhoe  - Ancar Ivanhoe, com 50 anos de atuação no mercado, é a maior empresa de capital privado em shopping center do país. Pioneira no setor, começou sua trajetória na década de 70, quando ingressou na indústria como uma das responsáveis pelo desenvolvimento do segundo shopping construído no Brasil: o Conjunto Nacional Brasília. Em 2006, associou-se à canadense Ivanhoe Cambridge, líder global de serviços imobiliários, e continua em constante expansão. Após 10 anos dessa parceria de sucesso, a Ancar Ivanhoe tornou-se uma das cinco maiores empreendedoras e administradoras de shopping center do Brasil, presente nas cinco regiões do país, com 25 empreendimentos em seu portfólio, entre shoppings em operação e em desenvolvimento.  Para mais informações, acesse www.ancarivanhoe.com.br