19 de dezembro de 2022

Conheça os modelos preferidos pelos jovens em busca do seu primeiro carro

 Olá, lindezas!

Divulgação

O primeiro automóvel é o sonho de muitos jovens, mas, com tantas opções no mercado, também pode se tornar um desafio. Não entender as diferenças entre os diversos modelos que estão disponíveis e conciliar suas necessidade com orçamento disponível, são algumas das dificuldades que estes jovens enfrentam. Segundo Bruno Poljokan, CRO da Kovi, startup que está revolucionando o acesso ao carro no Brasil, os serviços por assinatura são uma ótima alternativa para esse público. “Poder experimentar diferentes tipos de carro sem se preocupar com as burocracias  na compra de um veículo, como por exemplo, custos com documentação, além de não ter a necessidade de se comprometer com a manutenção, ou lidar com desvalorização e venda posterior. Além disso, essa nova geração é muito detalhista e tende a valorizar muito mais a experiência atrelada ao design, tecnologia, preço, cor,  conforto e praticidade na hora da escolha”, comenta.

Dentre a enorme gama de opções disponíveis, entre veículos novos e seminovos, Poljokan lista quatro modelos que podem atender a diferentes perfis e necessidades de novos motoristas. Confira:

1. Kwid

Como primeiro carro desta lista, temos o Kwid, da Renault. O modelo, chamado de SUV dos compactos, se destaca principalmente pela economia. O Kwid tem boa eficiência de combustível, uma manutenção econômica e um seguro acessível para quem pensa em comprar.

O modelo também é ótimo para quem mora e roda bastante na cidade. Por ser compacto, ele é fácil de manobrar e estacionar. É o veículo ideal para quem está em busca do primeiro carro. Além disso, ele conta com airbags frontais e laterais, porta-malas de 290 litros, faróis de neblina, computador de bordo, conta-giros e outros itens de série. 

“O conta-giros controla o limite de potência na marcha, com ele o motorista sabe a hora de trocar uma marcha para outra, evitando consequências negativas, como gasto maior no combustível, caso a troca seja realizada no tempo errado”, explica o Bruno.

  1. HB20

Não é segredo para ninguém que o HB20 caiu no gosto do brasileiro. Frequentemente no topo dos carros mais vendidos no país, segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o modelo é confortável, econômico, possui um design sofisticado e atende muito bem à demanda de quem vive em centros urbanos. Na última geração, o veículo chegou com motor 1.0, quatro airbags, ar-condicionado, controles de tração e estabilidade, freios ABS e central multimídia blueMedia. Além disso, ele  é também um veículo flex, roda tanto com etanol quanto gasolina, um fator importante para quem busca também economia.  

  1. Ford Ka

Seguindo a lista, o Ford Ka depois de sua reformulação em 2014, também tem se tornado queridinho dos brasileiros e atualmente se destaca entre os carros pela sua potência e estabilidade que pode chegar a 136 cavalos. 

Felizmente o Ford Ka conta com uma manutenção acessível e também com mais de 11 itens de série, incluindo ar-condicionado, direção elétrica, aquecedor, e ainda recebe muitos elogios em relação ao conforto e facilidade de direção por aqueles que  tanto dentro das  cidades quanto nas estradas. Além disso,  a versão 1.0 manual do Ford Ka é a mais econômica entre as disponíveis, capaz de rodar 13,4 km/l na cidade e 15,5 km/l na estrada, quando abastecido com gasolina. Com etanol, essa média é inferior, sendo 9,2 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada. 

4. Fiat Mobi

O Fiat Mobi é uma excelente opção para aqueles que compram já pensando em trocar mais para frente. Isso porque, esse modelo não se desvaloriza como os outros, já que suas taxas são as melhores do mercado. Seu modelo além de econômico, chega a fazer 13km por litro de gasolina na cidade, fácil de dirigir e costuma apresentar pouca necessidade de manutenção e seus reparos não são caros. Conta com airbag duplo, banco traseiro rebatível, freios ABS com distribuição EBD e muito mais.

“Os freios ABS são uma tecnologia importante para o controle do motorista sobre a trajetória com o maior poder de frenagem possível.  Já o EBD trabalha em conjunto com o ABS e tem a tarefa de equilibrar a potência de frenagem entre os eixos dianteiro e traseiro, garantindo maior eficiência ao sistema e são inovações que ajudam muito na segurança do veículo. Esses são os pontos que precisam ser olhados na hora de comprar ou alugar um automóvel, pois fará diferença no dia a dia do condutor”, comenta Bruno. 

Sobre a Kovi

Fundada em 2018 por dois ex-executivos da 99, a Kovistartup de mobilidade que tem como missão tornar o acesso ao carro mais econômico, acessível e fácil. Uma das startups que mais cresceu nos últimos anos no país. A grande missão da  Kovi é buscar transformar a indústria ao facilitar a vida do motorista e de seus parceiros, desburocratizando os processos e garantindo facilidade e flexibilidade para os dois lados. Em junho de 2021, a Kovi foi considerada pelas revistas Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Época Negócios como uma das “100 startups to watch".  Alguns meses depois, em setembro, foi reconhecida como uma das LinkedIn Top Startups. No mesmo ano, foi reconhecida pela Tracxn no "Soonicorn Club Awards 2021", prêmio do México de startups.

Empresa lança voicebot para procedimentos estéticos

 Olá, amores!

Thiago Sano


Os voicebots, que são robôs de atendimento virtual por comando de voz, estão em alta. Seja para pedir uma música, acender lâmpadas ou saber informações do trânsito, o fato é que estamos nos acostumando rapidamente a ter nossos desejos atendidos falando uma simples frase ao celular. Por este motivo, a MedBeauty, welltech que atua com soluções inovadoras em produtos de beleza e bem-estar, acaba de lançar um assistente virtual que responde dúvidas sobre produtos e procedimentos em sua área de atuação.

O Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots 2021, realizado pela Mobile Time e a Opinion Box, mostra que foram criados 101 mil novos bots em 2020. Em 2021, esse número dobrou, chegando a 201,6. Só os robôs de conversação saltaram de 24 mil em 2020, para 47 mil em 2021.

Baseada em inteligência artificial, a solução visa ajudar os clientes respondendo dúvidas sobre pré e pós procedimentos estéticos realizados com os produtos ofertados pela empresa. Disponível na Alexa e Google Assistant, já é possível obter informações como: “Posso tomar sol depois de um procedimento com fios?”; “Os fios podem causar alergia?”; “Posso usar maquiagem depois de um procedimento?”.

O diretor de tecnologia da MedBeauty, Thiago Sano, se mostra otimista com o lançamento. “Atualmente, temos em torno de 10 mil clientes ativos e queremos facilitar o acesso deles às informações técnicas sobre nossos produtos. Sabemos que as pessoas estão cada vez mais ávidas por esse tipo de interação e, as empresas que já estiverem preparadas para atender seus clientes com essa tecnologia vão sair na frente”, acredita.

Já em 2023, a empresa pretende ampliar as ofertas, incluindo serviços de atendimento, como a emissão de segunda via de um boleto, falar com um consultor e até mesmo comprar diretamente pelo voicebot. “Somos conhecidos no nosso setor pela inovação e pioneirismo. Queremos levar essa mesma essência para o atendimento aos nossos clientes, oferecendo uma interação moderna e descomplicada”, finaliza o diretor.

Sobre a MedBeauty:
A MedBeauty é um hub de resultados inovadores em welltech com as soluções mais tecnológicas do mercado mundial de beleza e bem-estar. Criada em 2010, com o propósito de inspirar a beleza que existe em você, a empresa é responsável por trazer para a América Latina a mais revolucionária inovação dermatológica dos últimos 20 anos, os fios de PDO i-Thread.

O eterno dilema: existe um tempo ideal para uma reunião produtiva

 Olá, amores!

Pedro Signorelli

Quem nunca ouviu aquela velha frase: “essa reunião poderia ter sido resolvida com um e-mail”? Ou então participou de um call com o time que durou muito mais do que o esperado? Por esses e outros motivos, é comum, no mundo corporativo, se perguntar se existe um tempo ideal para a realização de uma reunião que seja produtiva e não cansativa?

A verdade é que o fundamental para que se possa considerar uma reunião produtiva é quando se consegue debater todos os pontos da pauta, que não tenha ficado nenhuma dúvida, e que tenham sido alinhados os próximos passos. Para isso, o mais importante antes de chamar o time para um link do zoom ou para a sala de reuniões é “identificar o seu propósito”. O tempo de um call deve ser sempre definido em função da pauta e não o contrário.

Um trabalho realizado pelo Laboratório de Fatores Humanos da Microsoft descobriu que participar de quatro horas de reuniões sem intervalo, por exemplo, gera um pico na atividade beta do cérebro, associada a níveis elevados de estresse. Além disso, uma pesquisa feita pela Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, indica que os funcionários gastam em média 18 horas por semana em reuniões. Além disso, uma pesquisa do MIT Sloan, indicou que as pessoas gastam hoje mais de 85% de seu tempo em reuniões. Penso que esse seja um tempo exagerado em demasia.

Infelizmente, muito por conta do modo adotado pelas companhias durante a pandemia, isso se tornou uma cultura estabelecida, se bobear marcamos reunião para marcar uma reunião. E, por isso, é importante que antes de agendar, saibamos qual a finalidade, assim, poderemos determinar, de forma mais assertiva, quem precisará estar lá para deliberar sobre o tema. Claro que em alinhamentos de conceitos, por exemplo, é importante a presença da maioria, senão de todos, pois do contrário a diferença na semântica pode atrapalhar a definição e execução das ações.

Um dos caminhos para que se saiba a real necessidade de um call de alinhamento, ou de definição de metas, é a gestão por OKRs (Objectives and Keys Results - Objetivos e Resultados Chaves). É o tipo de gestão que traz claro o propósito de cada ciclo - normalmente de três meses -, com a clara definição do que cada integrante do time deve fazer e o porquê dessa ação. Assim, geralmente reuniões são propostas para algum ajuste, visando o atingimento do que foi proposto. "Qual OKR esta reunião está impactando?" se demorar a responder já é um bom sinal. Uma típica estratégia de “comer o boi em bifes”, ou seja, as reuniões podem ser ajustadas para ir tratando partes do problema a ser endereçado.

*Pedro Signorelli é um dos maiores especialistas do Brasil em gestão, com ênfase em OKR. Já movimentou com seus projetos mais de R$ 2 bi e é responsável, dentre outros, pelo case da Nextel, maior e mais rápida implementação da ferramenta nas Américas. Mais informações acesse: http://www.gestaopragmatica.com.br/

Liderança é uma competência a ser desenvolvida

 Olá, amores!

Existe uma máxima de que a liderança é inata. Entretanto, na minha percepção, as pessoas podem nascer com características de liderança que são mais facilmente desenvolvidas. E outras que não têm características inatas podem, sem dúvida nenhuma, desenvolverem essas competências ao longo da sua vida. Depende muito da exposição a que elas estão a outros líderes e das pessoas com quem convive.

Eu acredito muito na história de que você é a média das cinco pessoas com quem você mais convive. Se você conviver com pessoas que não são líderes, que são lideradas, tudo bem você ser assim, de ser alguém que prefere ser liderado. Por outro lado, ao conviver com pessoas que têm mais características de liderança, você tem uma tendência de formar mais essas características.

Tenho visto cada vez mais empresas que dão liberdade para o colaborador errar. São organizações que formam e desenvolvem mais líderes, porque liderança também é acerto e erro. E você precisa aprender a lidar com os erros. Quando você é liderado, segue as ordens e/ou orientações que seu líder dá. Mas quando você é líder, é você quem tem de tomar decisões. E eu recomento que faça aquilo em que você acredita. Se errar, refaça, é parte do aprendizado. É dessa forma que você vai desenvolvendo as características de liderança.

Há algum tempo fala-se que todo gestor é um gestor de pessoas. Para mim esse é o ponto básico de uma empresa que está entre as melhores empresas para se trabalhar. Todo líder deve ter características de um RH, porque liderança não é necessariamente um cargo. Tem muito chefe que não é líder e tem muita pessoa que não é chefe e é líder porque liderança tem a ver com a atitude, com a forma como você cuida das pessoas.

Quando eu digo competências do RH não é aprender sobre contratação e treinamento. É aprender sobre como lidar com pessoas. Aprender com as diferentes características. Aprender a cuidar das pessoas, a ter um olhar mais carinhoso para com os colegas, é saber gostar de gente.

A maior parte do tempo do trabalho do líder é se dedicar mais às pessoas e menos às tarefas. Entretanto, há gestores que fazem exatamente o contrário. E está na hora de virar esse jogo para que você líder se torne um gestor de pessoas. Ele precisa saber ouvir genuinamente as pessoas. A escuta é fundamental para um verdadeiro líder. Outra característica importante é a autoconfiança, principalmente para tomar decisões. É claro que a incerteza existe e muitas vezes elas surgem justamente na hora de decidir. Mas, ao tomar decisões, é preciso seguir em frente e a autoconfiança é fundamental.

Desenvolver uma boa comunicação é outra característica do bom líder, saber se comunicar com as pessoas, e isso não significa só saber falar um bom português, é olhar nos olhos, é falar a palavra certa, de forma transparente para o outro.

E a quarta e última competência que eu acredito ser fundamental para o bom líder é saber ser influente e ser exemplo, porque as pessoas que trabalham com você vão seguir as suas atitudes, os seus comportamentos. Desse modo, exemplos ruins vão gerar colaboradores ruins, exemplos bons, positivos vão gerar colaboradores positivos. Essas são as quatro competências fundamentais para líder do século XXI.

Alexandre Slivnik é reconhecido oficialmente pelo governo norte americano como um profissional com habilidades extraordinárias na área de palestras e treinamentos (EB1). É autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É diretor executivo do IBEX – Institute for Business Excellence, sediado em Orlando / FL (EUA). É Vice-Presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD). É professor convidado do MBA de Gestão Empresarial da FIA / USP. Palestrante e profissional com mais de 20 anos de experiência na área de RH e Treinamento. É atualmente um dos maiores especialistas em excelência em serviços no Brasil. Palestrante Internacional com experiência nos EUA, EUROPA, ÁFRICA e ÁSIA, tendo feito especialização na Universidade de HARVARD (Graduate School of Education - Boston / EUA). www.alexandreslivnik.com.br.

Cinco ideias de vídeos criativos sobre viagens

 Olá, amores!

Quem é apaixonado por viajar gosta de registrar todos os momentos da aventura nas redes sociais como uma forma de guardar lindas memórias e momentos preciosos.

Independente do seu destino, o Kwai, app de criação e compartilhamento de vídeos curtos, trouxe cinco ideias do criador de conteúdo Felipe Gabriel para fazer vídeos criativos da sua viagem, seja ela nacional ou internacional. 

1 - Planeje uma rota
Analisar quais são os pontos turísticos, restaurantes e hotéis do seu destino é muito importante. Assim, é possível planejar sua rota, os lugares que você poderá visitar, onde comer, tirar um descanso e, principalmente, fotografar e gravar.

2 -  Registre todos os momentos
Aproveite para filmar os locais e as suas experiências, como as atrações do destino, a gastronomia local, a beleza da natureza e os momentos de diversão e contemplação que você teve. Com isso, você terá registros exclusivos que irão causar uma aproximação com quem está assistindo seu conteúdo.

3 -  Faça vídeos de diversos ângulos
O ângulo certo pode fazer toda diferença no visual do seu vídeo. Você pode usar um plano mais aberto, para conseguir exibir em seu vídeo a imponência de uma construção ou com um plano mais fechado, para mostrar detalhes escondidos.

4 - Defina um assunto por vídeo
Após registrar todos esses momentos especiais, é possível dividi-los por temas. Como uma série com dicas de restaurantes com um bom custo-benefício ou um lugar que tenha uma vista de tirar o fôlego. Assim, cada vídeo pode contar com uma histórias diferente e trazer curiosidades inéditas de cada local.

5 - Personalise seu conteúdo
E não se esqueça da trilha sonora! Para deixar o vídeo ainda mais criativo e personalizado, você pode inserir uma música que tenha a ver com o lugar e, ainda, utilizar ferramentas de edição, dublagens, filtros e inserção de legendas encontradas no Kwai. 

Estas e outras dicas práticas podem ser vistas aqui e no perfil do Felipe Gabriel

- Código para incorporar vídeo em sites<iframe width="320" height="521" src="https://www.youtube.com/embed/74bEuDmy2DU" title="Saiba como criar vídeos curtos sobre viagens #shorts" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>

 

Sobre o Kwai
Um dos aplicativos gratuitos mais populares do Brasil, o Kwai permite que o público crie seu próprio conteúdo e compartilhe vídeos online de forma fácil, inclusiva e acessível, em um universo interativo que possibilita a conexão de pessoas. Com a missão de tornar a vida das pessoas mais felizes, o Kwai acredita que todos os pequenos momentos da vida merecem ser compartilhados. O app está disponível nos sistemas iOS e Android, na App Store e no Google Play . Saiba mais em: kwai.com.

Céu de Prata aposta em ofertas e presentes elegantes para o Natal

 Olá, amores!

Céu de Prata – empresa paulistana com foco em vendas de joias on-line – promete uma Campanha de Natal de peso para 2022, com ofertas de até 40% de desconto a partir do dia 18 de dezembro.

A marca trabalha com 18 categorias de produtos e mais de 7 mil itens e, neste Natal, estará com uma categoria de presentes, com opções que esbanjam facilidade na hora da compra. As joias dessa categoria natalina acompanham uma caixinha de veludo, um bombom Ferrero Rocher e um cartão de Natal.

Além disso, a loja vai oferecer presentes e frete grátis a partir de R$ 199. Todas as compras acima desse valor também conquistarão entrega rápida para todos os estados do Brasil.

Quanto aos brindes, o primeiro corresponde a uma garrafa da famosa bebida Chandon, que será entregue aos consumidores que fizerem compras acima de R$ 349 e aplicarem o cupom BOASFESTAS22. Esse presente será válido até o dia 19 de dezembro ou enquanto durarem os estoques.

O segundo, mas não menos importante, trata-se de uma vela aromática que integra uma joia surpresa. A vela será enviada para os clientes que fizerem compras também acima de R$ 349 e aplicarem o cupom VELASURPRESA. A validade desse brinde será do dia 19 a 25 de dezembro ou enquanto durarem os estoques.

 

Sobre a Céu de Prata

Criada em 2016, a Céu de Prata é uma empresa paulistana com foco em vendas de joias online. A marca trabalha com 18 categorias de produtos e mais de 7 mil itens, que já conquistaram 300 mil clientes em todo o território nacional. Com parcerias de peso junto a grandes revendedoras pela internet e presente em marketplaces como a Amazon, a empresa foca em sua estratégia de ampliação geográfica, sem deixar o atendimento humanizado de lado, e espera um crescimento de 20% na receita em 2022. Mais informações no site: https://www.ceudeprata.com.br/.

 

Viver para trabalhar ou trabalhar para viver? Emily em Paris e empresas no Brasil repensam os hábitos de trabalho

 Olá, lindezas!


Emily em Paris
Reprodução Netflix

A 3ª Temporada de Emily em Paris estreia no dia 21 de dezembro na Netflix e fãs do mundo inteiro estão à espera das novas decisões erradas que a protagonista deve tomar, seus romances, estratégias de marketing e, porque não, aventuras. Para além do glamour de Paris, gastronomia e moda, a série traz importantes reflexões sobre carreira e o modo de vida relacionado ao trabalho. Além dos personagens franceses, empresas brasileiras defendem um “novo” significado para o trabalho, entre elas a Woba, plataforma de soluções para escritório, e a Korú, ecossistema de empregabilidade. Confira abaixo.

Viver para trabalhar ou trabalhar para viver? Ao longo das duas últimas temporadas, Emily, vivida por Lily Collins, foi impactada pelo choque de cultura que foi muito além do idioma. O ritmo acelerado da rotina americana não tinha lugar na agência francesa onde começou o trabalho de social media. Expediente na França começava às 10h, os longos almoços eram costumeiros, jornada média de 35 horas semanais, nada de fazer ligações sobre trabalho no fim de semana e nada de falar de trabalho em momentos sociais, mesmo que com colegas e clientes. 

Netflix
freestocks

Mas, talvez, o maior impacto veio da fala do personagem Luc, interpretado por Bruno Gouery: “Você vive para trabalhar, nós trabalhamos para viver”. Quem acompanha a história percebe que a carreira está no centro da vida de Emily e, no caso, não é bem assim para os franceses da série, onde a ideia é ganhar dinheiro para aproveitar as coisas boas da vida, seja tomando um bom vinho às margens do rio Sena ou em uma viagem de fim de semana, e não morrer de trabalhar. 

O que querem os trabalhadores no Brasil - Essa visão chegou com a pandemia. Nos momentos de isolamento social e com a perda de pessoas próximas, até os mais workaholics perceberam a importância de apreciar a vida, as boas companhias e as experiências. Viver a semana em sofrimento ansiando pelo fim de semana, definitivamente não é algo que se quer para a rotina.

“Podemos chamar de tendência, mas já é uma realidade. Os colaboradores querem rotinas mais leves, tempo para curtir a vida e querem se dar bem na carreira, mas sem sacrificar a vida pessoal. Nesse cenário, as pessoas estão trocando facilmente de profissão, cargos e empresas, e optando por carreiras em que o equilíbrio entre os diversos aspectos de suas vidas é mais viável. A preferência para horas flexíveis e trabalho remotos é maior atualmente e as empresas que não se adaptarem vão continuar perdendo talentos, gastando com recrutamento e tendo baixa produtividade. É preciso olhar para as pessoas e saber equilibrar isso com necessidades de negócio”, reflete o especialista em RH e CEO da Korú, Daniel Spolaor. A startup, além de profissionalizar pessoas em cursos de alta demanda, tem criado treinamentos e soluções para as empresas melhorarem seus processos. 

Saúde mental - Para Spolaor, a saúde mental ainda é um dos maiores tabus e motivos de desalinhamento entre pessoas e organizações. Ele comenta que há um crescimento do interesse e das pesquisas sobre o tema após a pandemia de Covid-19, uma vez que ela causou o aumento da ansiedade e depressão em 25% em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mas que as ações das organizações nesse sentido ainda são fracas. A maioria dos programas de benefícios são centrados em saúde física, mesmo entre grandes corporações.

De acordo com a OMS e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), em relatório publicado neste ano, estima-se que 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente devido aos problemas de saúde mental que custam à economia global quase um trilhão de dólares. “Investir na saúde mental dos colaboradores significa manter uma equipe mais equilibrada, focada, feliz e, consequentemente, mais produtiva”, ressalta.

Work-Life Balance - A busca por esse equilíbrio entre carreira e vida pessoal, tanto das empresas quanto dos funcionários, vem sendo chamada de “Work-Life Balance”. O termo se refere à uma vida profissional equilibrada, onde o trabalho não é mais o objetivo central e total do dia, “mas apenas uma parte que soma, multiplica e não subtrai, principalmente porque, nos últimos anos, as pessoas passaram a entender o trabalho como algo que se encaixa na rotina delas e não o contrário. Tudo isso contribui para mais qualidade de vida e bem-estar”, destaca Roberta Vasconcellos, CEO e cofundadora da Woba.

A empresa, antes conhecida como BeerOrCoffee, inclusive mudou seu nome para Woba uma redução do termo “Work-Life Balance”. A plataforma de soluções para escritórios, que inclui o maior marketplace de coworkings do Brasil, teve um crescimento de mais de 387% do número de reservas de 2021 a 2022 e  investimento de R$ 50 milhões dos fundos Kaszek e Valor no último ano. Tudo isso exatamente porque as empresas querem encontrar alternativas no modo de trabalho para que os colaboradores tenham mais comodidades e praticidades, como trabalhar perto de academias, da escola dos filhos ou próximo onde mora, evitando longas horas de estresse no trânsito e se cuidando. 

“Os modos de trabalho estão vivendo uma transformação e isso é só o começo, veremos essas mudanças com muito mais impacto nos próximos anos. Cabe às pessoas exigirem o que desejam para uma vida mais tranquila e às empresas encontrarem meios de continuar ganhando dinheiro sem afetar a vida e a saúde mental dos colaboradores”, conclui Spolaor.

A prévia da nova temporada de Emily em Paris mostra que, por mais que a protagonista venha adaptando seu modo de vida, ela irá acumular funções em duas agências de marketing simultaneamente. Em breve o público descobrirá se isso vai dar certo e o que mais Emily em Paris pode ensinar sobre carreira e trabalho. 

Incentivo à venda e fidelização dos arquitetos: entenda os benefícios do Home Staging

 Olá, lindezas!

(Imagem: projeto Elaine Zanon, do escritório Arquitetare, para o AGE360)

O mercado imobiliário se utiliza de diversas técnicas para vender ou alugar imóveis. Boas condições de venda e preços menores são algumas dessas estratégias. No entanto, um conceito recorrente do setor é o de home staging, que consiste na transformação de um imóvel por meio da decoração, com o objetivo de oferecer mais vida, cor e humanização aos empreendimentos.

De acordo com um levantamento de 2021 feito pela National Association of Realtors, maior associação de comércio dos Estados Unidos, 82% dos corretores imobiliários percebem que o home staging torna mais fácil para que o comprador idealize um imóvel à venda como uma futura casa. A consequência disso é que 53% destes profissionais acreditam que essa estratégia abrevia o tempo de um empreendimento no mercado.

Uma das empresas que utiliza essa técnica com maestria em seus imóveis é a AG7, incorporadora de wellness building do Brasil. Atuando somente na comercialização de empreendimentos novos, a empresa utiliza o home staging não só como uma ferramenta de incentivo e facilitação da venda, mas também para a fidelização de stakeholders. 

Para garantir a qualidade desse processo, a incorporadora trabalha em parceria com alguns dos grandes nomes da arquitetura nacional, como por exemplo: Elaine Zanon, do Arquitetare. 

(Imagem: projeto Elaine Zanon, do escritório Arquitetare, para o AGE360)

Essa parceria ocorreu no ano passado, quando a AG7 contou com a participação de Elaine Zanon, para realizar um projeto especial que acabou impactando positivamente nas vendas do AGE360, empreendimento localizado em Curitiba que é certificado com o selo Fitwell como um dos prédios mais saudáveis do mundo.

Segundo Andressa Gulin, médica e vice-presidente da AG7, a união com esses profissionais acaba sendo de suma importância para evidenciar ao público todo o potencial dos imóveis da marca. “É uma troca incrível e uma ótima solução para entender e deixar clara a versatilidade e as possibilidades que as nossas plantas exclusivas oferecem”, declara a executiva.

 

Sobre a AG7: 

AG7 é a incorporadora de wellness building do Brasil, pioneira em conectar saúde, arte, hospitalidade e bem-estar a moradias inovadoras e sustentáveis, tendo como propósito inspirar as pessoas a viver bem. https://ag7.co