17 de novembro de 2022

A Copa de todos os países e todos os estilos: uma moda diversa e convidativa para assistir aos jogos.

 Olá, lindezas!

Estamos há poucos dias da Copa do Mundo e o clima de torcida, pouco a pouco toma conta das rodas de conversa de amigos e familiares. Empresas, bares, restaurantes, ruas e casas residenciais recebem decorações específicas, na expectativa da celebração coletiva dos jogos mundiais. 

Pensando nisso, conversamos com Kátia Lamarca, Coordenadora da Graduação de Design de Moda do IED São Paulo, que compartilhou conosco sua percepção sobre o ato de vestir para assistir aos jogos e sobre como conceber looks autorais para curtir esse momento especial. E aqui vai um spoiler importante: a principal dica é trazer o respeito à diversidade multicultural da Copa do Mundo para o individual, respeitando o seu estilo. 
Está curiosa para saber mais? Acompanhe o que ela contou pra gente. 

Dica 1: Procure peças confortáveis que tenham a ver com o seu estilo no dia a dia 

“O ato de se vestir é uma expressão de como somos e de como queremos nos mostrar ao mundo, e a Copa é um momento de descontração e alegria, não faz sentido nos encaixarmos em nenhum tipo de padrão. Vista o que te representa e o que faz seu corpo se sentir bem.” 

Dica 2: Invista em cores de sua preferência , sejam peças lisas ou estampadas; 

“As cores podem até representar algum país ou time de sua torcida, de sua preferência. Para quem tem mais receio de arriscar em peças looks multicoloridos, ou não se sente bem com cores fortes, uma estratégia pode ser usar peças mais sóbrias e colocar a cor na maquiagem, nos esmaltes, adereços momentâneos. Essas interferências trazem uma expressão autoral ao vestuário, como um todo, mas se apresentam de maneira mais sútil”. 

Dica 3: Misture peças esportivas com outras mais estruturadas, para trazer uma experiência mais despojada do ato de vestir, especialmente se você vai unir a torcida com o ambiente de trabalho. 

“Sabemos que alguns ambientes corporativos ainda seguem algumas convenções sociais em termos de estilo. Para estes casos, é possível que o funcionário ou a funcionária misture de maneira criativa peças esportivas e confortáveis com outras mais estruturadas, por exemplo, a dupla camiseta + blazer, que traz um ar contemporâneo e lúdico da Copa, sem perder a formalidade da alfaiataria”. 

Dica 4: Personalize peças que você já possui no guarda-roupa. 

“Tingir alguma roupa, desenhar elementos que remetam à Copa, bordar bandeiras, aplicar aviamentos, como botões ou fitas, recortar e modificar características das peças são ótimas estratégias de customização que dão nova vida aos produtos já existentes no guarda-roupa e que não requerem investimentos extras.” 

Dica 5: Busque produtos que possam ser usados em outras ocasiões.  

“Seja customizando peças já existentes, ou investindo em compras de produtos novos - se este for o seu desejo - o importante é não pensar no look da Copa como um vestir pontual, apenas deste período. Nosso estilo segue conosco, e fazer as peças de roupa nos acompanharem em diversas ocasiões do nosso dia e da nossa vida, é ter uma atitude consciente e usar a moda ao nosso favor.” 

A Copa do Mundo é uma celebração de como o esporte pode unir as nações, é a valorização das culturas e dos povos. Assim, também, a moda pode (e deve!) ser uma valorização de nós mesmos, de nossos corpos e nossas belezas naturais.  
O mais importante, no contexto contemporâneo, é prezar pela liberdade de que cada usuário possa se expressar sem amarras estéticas. A ‘tendência’ não pode dizer o que nossos corpos devem vestir, é o nosso conforto e estilo pessoal que devem prevalecer em uma expressão genuína do que somos, na Copa e na vida. 

Kátia Lamarca, mestre em Têxtil e Moda, especialista em Pedagogia Empresarial, graduada em Tecnologia da Confecção. Coordenadora da Graduação em Design de Moda do Istituto Europeo di Design, trabalha na área de Moda há 20 anos e com o Ensino Superior de Moda há 12 anos. Possui pesquisas na área de cadeia de suprimentos, desenvolvimento de produtos e estamparia, desenhos e fichas técnicas de artigos do vestuário. 

Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino: Empreenda como uma mulher

 Olá, amores!

divulgação

No dia 19 de novembro é celebrado o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, que tem como objetivo evidenciar e valorizar as mulheres líderes como protagonistas no campo empresarial. Embora representem 52% da população do Brasil, somente 13% ocupam posições de destaque em grandes empresas. Ainda assim, segundo dados do Sebrae e da Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor 2020 (GEM), o Brasil é o sétimo país com o maior número de mulheres empreendedoras no mundo. 

Dados da pesquisa do Sebrae com a Fundação Getulio Vargas (FGV) mostram que, durante a pandemia, as empreendedoras foram mais eficientes na hora de implementar inovações em seus negócios. Além disso, leva-se em consideração a escuta ativa e os desafios de conciliar vida profissional e pessoal. Dessa maneira, o empreendedorismo feminino tem a importância de reduzir as diferenças nas oportunidades de crescimento de carreira entre homens e mulheres, e enriquece a diversidade de negócios.

Nesse intuito, para comemorar e refletir, reunimos oito mulheres à frente de negócios para nos contar suas experiências e perspectivas.

Inspiração e referência para outras mulheres

Para Renata Marini, Head de Marketing da Sinqia, as mulheres costumam dar mais importância às oportunidades de crescimento, até porque elas precisam se qualificar mais que os homens para conseguir ocupar os mesmos cargos. Essa é uma realidade que faz com que elas sejam mais determinadas e persistentes com relação aos obstáculos corporativos e continuem focadas nos desafios da empresa até que o objetivo seja concluído. 

Renata aponta que líderes femininas também conseguem ver o todo, equilibrar, raciocinar e pensar pela intuição, trazendo maior efetividade ao motivar, engajar e desenvolver seus colaboradores,trazendo ambientes positivos e leves. “Essas características tornam as funções e colaboradores das organizações mais coesos com seus perfis comportamentais”, reforça. Além de ser uma forma de representatividade, as líderes inspiram e viram referência para outras mulheres, que querem crescer em suas carreiras para ocupar cargos altos em uma hierarquia. 

Exemplos poderosos que inspiram 

Para Bárbara Welter, Diretora de Vendas e CS da Coalize, a equidade é um tema cada vez mais debatido pelas empresas brasileiras, principalmente pela cobrança por mais igualdade de gênero nos papéis de liderança, dentro da hierarquia empresarial. Segundo a CS, esse movimento reforça uma tendência em espiral que tende a estimular ainda mais mulheres a empreender e alcançar os principais postos de trabalho, compartilhando suas trajetórias e ideias  inspiradoras. 

“Fico feliz em dizer que, atualmente, poderíamos citar inúmeros casos fascinantes de mulheres que estão fazendo história ao ocupar os principais cargos de liderança do mercado. Tenho um especial carinho e admiração por duas mulheres que me inspiram, tanto intimamente, quanto profissionalmente.” afirma Bárbara. Ela cita Mary Kay Ash, que a faz refletir sobre não existir uma idade certa para empreender, pois Mary começou mais tarde e ainda assim construiu um império de sucesso mundial, que se preocupa em promover um mercado de trabalho cada vez mais justo e igualitário. Também cita a brasileira Helena Rizzo, um dos grandes destaques do país e que lidera hoje um dos mais renomados restaurantes no mercado internacional.

Transformando obstáculos em potência

Na trajetória de Paula Raimo, sócia do Casar.com há nove anos, empreender foi um caminho natural com os exemplos que tem em sua família, na qual três mulheres saíram de suas carreiras executivas para atuarem à frente de negócios. Sobre essas referências, comenta: “Ao longo da construção de suas carreiras, elas transformaram preconceitos em competência, objeções em resultados, e obstáculos em potência”. 

Para a executiva, as mudanças no mercado podem ser notadas quando o contexto acima pode ser incorporado nas culturas das empresas que têm mulheres na liderança. E, também, na opção de conduta, como no caso dela, com humor e leveza. Raimo enxerga um crescimento de representatividade ao redor, o que aumenta a vantagem competitiva, pois há um quadro de sócios mais diversificado. Além disso, ela afirma que há uma abertura para contratação de pessoas mais diversas, baseada em habilidades necessárias para determinada frente, principalmente em empresas com propósitos sólidos, cultura que aposta na diversidade e é focada em pessoas como seu bem maior.

Construir um ambiente sustentável e oportunidades justas

Para Ludmilla Amaral, sócia e COO do grupo de comunicação VCRP Brasil, empreender vai muito além do conhecimento técnico: é arriscar e aprender coisas novas e difíceis todos os dias. A executiva destaca a importância de reconhecer os privilégios que teve e tem ao longo da vida - como o acesso a boas escolas e faculdade, por exemplo -, e usar esses degraus que lhes foram concedidos para conseguir dar oportunidades justas a mulheres que não tiveram esses mesmos trampolins. 

“O que me motivou, além de construir um negócio que realmente gere valor, foi construir um ambiente de trabalho que as pessoas pudessem crescer de forma sustentável e se sintam parte - até porque elas são - de tudo que vem sendo feito. Todos precisamos trabalhar, mas se as pessoas puderem trabalhar em um local que proporcione qualidade de vida, crescimento, e inclusão com uma boa renda - igualitária independentemente do gênero - para que possam realizar seus sonhos, não é muito melhor?”, finaliza.

Quebra de barreiras da diversificação

Lara Thomazini, Head de Marketing da N26, relata que é sempre uma alegria ver as mulheres ocupando cada vez mais espaço, com o mérito que elas sempre tiveram, mas agora mais unidas para quebrar, juntas, preconceitos antigos e datados. O time de Marketing na N26 é 50%/50%, e, para Thomazini, isso deveria ser norma nas estruturas, e inclusive em cargos de liderança. Ela acredita que o trabalho remoto pode ajudar a abrir espaço para mais mulheres ocuparem os cargos mais altos, assim como facilitar a quebra de barreiras raciais e regionais.

“Comunicação e publicidade têm poder e ajudam, sim, a construir cultura. Sabemos disso por meio de maus exemplos, como racismo, machismo, gordofobia, homofobia, entre outros, que foram pautas publicitárias por décadas e deixaram suas feridas, ainda não cicatrizadas. Só com times representativos seremos capazes de dar conta da complexidade e da responsabilidade social que o nosso trabalho tem. Só assim ele pode ser justo, empático e construir bons exemplos para as novas gerações” ressalta.

Representatividade na área social
Quando o assunto é o impacto da liderança feminina nas empresas e no terceiro setor existem muitos vieses a serem abordados. Para Cristhiane Oestreicher, diretora executiva da Casa do Zezinho, “A representatividade feminina é necessária, porque além de trazer alto impacto, ela demonstra o quanto a organização está alinhada com pautas como a diversidade e a inovação”.

Quando olhamos especificamente para a área social, a executiva explica que é nítido o quão a maioria das iniciativas são lideradas por mulheres. “Costumo dizer que a mulher vem com o chip do propósito instalado, e aliado a um desenvolvimento constante, acaba por criar projetos incríveis, inovadores e inclusivos”, finaliza.

Buscar inspiração para aproveitar as oportunidades

Amanda Pinto, fundadora da N.OVO Plant Based acredita que as mulheres precisam estar atentas às mudanças para enxergarem as oportunidades: “ Em 2017, percebi a oportunidade a partir do  nicho de plant based, ainda pouquíssimo explorado no Brasil. Sempre me perguntava qual era a melhor forma de se produzir comida, considerando os impactos ambientais, o bem estar animal, nutrição e acima de tudo, sabor, e foi assim que a N.ovo nasceu.  Acredito que todo começo de negócio gera altas expectativas e com elas, surgem insegurança e medo do fracasso. Mas  temos que alimentar todos os dias em nossa mente e coração o quanto somos fortes, capazes e resilientes. Busquei inspiração nas mulheres que admiro e que considero de sucesso. Foque naqueles que acreditam em você, que te dão credibilidade e se prepare para conhecer e estudar de verdade aquilo em que você quer investir seu tempo e força.” 

O que mudou ao longo dos últimos anos

Maria Colli, co-fundadora da Pampili,  acredita que a representatividade feminina no empreendedorismo se torna cada vez mais evidente. A quantidade de mulheres liderando negócios é muito maior hoje do que há 35 anos (quando iniciou com a marca de lifestyle da menina), época que começou a empreender. “Acredito que o fato da Pampili ter nascido com alma e essência feminina, tem um peso ainda maior para cada vez mais transformarmos juntos o mundo em um lugar melhor para ser menina, afinal, um mundo melhor para ser menina é um mundo melhor para ser mulher”, declara a co-fundadora da marca.

Joalheria organiza leilão de peças de luxo na Black Friday

 Olá, amores!


Rolex GMT Batman
Vecchio

Entre 21 e 30 de novembro, a Vecchio Joalheiros organizará um leilão com peças exclusivas de seu catálogo em formato online - inscrições aqui. Uma oportunidade para fazer ofertas por peças únicas, escolhidas pela curadoria da marca especialmente para a ocasião. Os lances iniciais podem ser até 50% mais baratos do que nas lojas físicas.

O evento será organizado pela Milan Leilões, parceiro da marca em outros eventos, com clientes satisfeitos e ótimas negociações. Os valores das peças variam, iniciando com R$400, valor do Anel de Filete de Diamantes, elaborado em ouro amarelo 18k, aro 13 e diamantes, pesando 1,39 gramas. Essa peça única e exclusiva poderia custar até 4x esse montante normalmente.

O acervo disponível durante os 10 dias de lances realizados pelos clientes também contam com a Gargantilha Ponto de Luz 0,55 CT, elaborada em Ouro branco 18k, pesando 1,6 gramas e 45 cm de tamanho da corrente. O Rolex Gmt Batman, de R$82 mil, promete ser um dos mais disputados pelos amantes de relógios.

Pulseira
Vecchio

“Pensamos nesse evento (leilão) como forma de aproximar ainda mais nossos clientes, acostumados a comprar conosco e que conhecem nosso trabalho, e também novas pessoas interessadas em itens de qualidade. O leilão é uma forma democrática do próprio cliente escolher o quanto quer pagar pela joia escolhida” explica Avner Itshak Mazuz, CEO da Vecchio Joalheiros. 

Além da possibilidade de decidir os valores na forma de lances individuais, o público participante contribui com a economia cíclica e sustentabilidade, pois a Vecchio não possui coleções próprias e seus agentes especializados compram peças de luxo e realizam reforma completa nelas. A revitalização vai desde o polimento até a substituição de pedras preciosas, tornando assim o produto praticamente novo. Neste ciclo de atuação, cada item disponível para venda nas lojas físicas (RJ e SP) e no site é único.

Anel
Vecchio

Sobre a Vecchio Joalheiros

Desde 1970 no mercado joalheiro, é uma das maiores referências do país em joias e relógios de luxo, pioneira em comprar, trocar e vender peças adquiridas de coleções particulares e, agora, em promover a cultura second hand, economia cíclica e sustentabilidade.

Serviço

Leilão de Joias Exclusivas Vecchio

Inscrição aqui

De 21 a 30 de Novembro - das 19h às 22h.

Local: Evento online.


Lojas

Vecchio Joalheiros – unidade São Paulo

Av Rebouças, 3970 1º Piso, Loja 220

Pinheiros,

São Paulo - SP, 05402-600


Vecchio Joalheiros – unidade Rio

Shopping Cassino Atlântico

Av. Atlântica, 4.240

Copacabana

Rio de Janeiro – RJ

Joias afetivas, um mercado em expansão

 Olá, lindezas!

Divulgação

Você sabe o que é uma joia afetiva? “São peças feitas para eternizar algo que significa muito para alguém. As peças afetivas com material pet podem ser feitas com pelinhos, bigodes, dentinhos, já as afetivas de humanos, com a primeira mechinha de cabelo da criança ou mesmo com o leite materno”, explica Lupe Polizel, precursora do produto e do método de ensino Universidade das Joias Afetivas.

Lupe lembra que as peças ajudam clientes a passar pelo luto, muitas vezes como lembrança depois dos pets já não estarem mais aqui, para que seus momentos juntos fiquem eternizados.  “Muitas pessoas, hoje, tratam seus pets como parte da família e o processo de construção de uma joia pode ser libertador, além de ajudar a lidar com a perda, enfatiza.

A joia afetiva pode ser feita com qualquer tipo de lembrança de algo ou alguém: “ela se refere muito mais a um momento especial na vida da pessoa, com um pet, um filho, um cônjuge, talvez a lembrança de uma viagem, uma data importante. As possibilidades são infinitas”, enfatiza a professora artesã.

Divulgação

O cliente de joia afetiva é cada vez mais assíduo. Lupe lembra que, no começo, ela tinha que mostrar o que exatamente era o produto e incentivar a compra, enquanto hoje a procura só aumenta: “temos uma clientela cada vez maior, e o leque de possibilidades do produto também aumentou. Por exemplo, alguém que não tenha nada físico guardado de seu pet pode fazer uma joia com a patinha carimbada e uma data ou assinatura marcante”. Segundo ela, “o importante é registrar o momento”.

As joias afetivas, hoje, são produzidas por mulheres, e homens, de várias procedências. Lupe conta: “não é necessária nenhuma expertise, nem em artesanato, muito menos alguma ligação profissional". A grande maioria dos alunos não tem vínculo nenhum com o nicho das peças afetivas com as quais atuam.

Entretanto, algumas alunas encontraram nas joias uma nova forma de agregar renda. "Tenho alunas também que são da área da saúde e que conseguem rentabilizar ainda mais algo relacionado com o que já fazem, por exemplo, enfermeiras obstetras que agregam valor vendendo as joias de leite materno e outros materiais relacionados à maternidade".

O investimento inicial para trabalhar na área é de R$300,00 e os ganhos chegam a 10 vezes esse valor já no primeiro mês. Para quem quer aprender a fazer as joias afetivas e, de quebra, ganhar uma nova profissão, o investimento mensal do curso da Universidade das Joias Afetivas é de pouco mais de R$100 por mês.

Saiba mais em:

Instagram | Youtube

16 de novembro de 2022

Henrique Salvador recebe as Palmas Acadêmicas concedidas pela AMM

 Boa tarde, amores!

Rafael Motta

A Academia Mineira de Medicina (AMM) irá conceder ao presidente da Rede Mater Dei de Saúde, Henrique Salvador, as Palmas Acadêmicas, honraria máxima da entidade, que serão outorgadas por indicação dos Acadêmicos e seleção pela Comissão de Láureas. A homenagem será realizada durante a Sessão Solene Comemorativa do 520 aniversário da AMM, no dia 18 de novembro (Sexta-feira), às 20h, no Teatro Oromar Moreira, à Avenida João Pinheiro, 161, Centro, Belo Horizonte.

As Palmas Acadêmicas são concedidas aos Membros Titulares ou Eméritos que tenham se distinguido em atividades científicas, de ensino médico e de mérito social. "É um orgulho receber essa honraria. Divido essa homenagem com toda a comunidade Mater Dei que trabalha incansavelmente em benefício dos nossos pacientes. É impressionante o comprometimento de todos e a capacidade de responder às necessidades dos nossos clientes de maneira mobilizadora. Por isso, buscamos, sempre, a atualização permanente por meio da integração das equipes médicas e assistenciais para que todos tenham o mesmo espírito de servir e o compromisso com a excelência assistencial. Seja através de discussão de casos clínicos, publicações e reuniões científicas, acompanhamento de médicos residentes até dando apoio às comunidades às quais estamos inseridas”, afirma Henrique Salvador, Acadêmico ocupante da Cadeira 65 da AMM.   

O Mundo que Se Torna Cada Vez Mais Compulsivo. Mas, afinal, O Que É Compulsão?

 Olá, amores!

Segundo o Manual MSD: “As compulsões (também conhecidas como rituais) são determinadas ações ou atos mentais, na qual a pessoa se sente impelida a praticar, para tentar diminuir ou evitar a ansiedade causada pelas obsessões”.

Não é novidade que durante a pandemia, com a mudança de rotina e o estresse causado pelo isolamento social, vimos agora uma grande parte da população mundial sofrendo cada dia mais com o agravamento dos distúrbios psicológicos, entre eles, as crises de pânico, ansiedade e a depressão que em muitos casos resultam também no aumento de vários tipos de compulsão. 

Segundo a Dra. Gesika Amorim, Pediatra, Neuropsiquiatra Infantil, especialista em Tratamento Integral do Autismo e Neurodesenvolvimento compulsão é um comportamento incontrolável que reduz ou impede o desconforto psíquico, causado por fatores que podem ser, por exemplo, ansiedade ou depressão. A compulsão está envolvida com estímulo e recompensa. Apenas para relembrarmos, segue as diferenças entre obsessão e compulsão: Obsessão é a ideia fixa, em geral, de algo desagradável e (auto)punitivo; a Compulsão é o ritual que essa ideia obriga o indivíduo a realizar, tendo como resultado final, culpa e ressentimento.

Diante de um cenário alarmante, de medo e incertezas que passamos trancados em casa e sem convívio social, muitas pessoas passaram a desenvolver a compulsão alimentar para amenizar as crises de ansiedade. A compulsão por compras on line também foi outra ocorrência que aumentou durante o isolamento social, mas que ainda permanece.

Podemos destacar, por exemplo, a pessoa que tem compulsão por trabalho, o chamado workaholic, que é aquele indivíduo que tem como foco de vida apenas o trabalho, a ponto de prejudicar os outros aspectos da vida pessoal, como o casamento, os filhos, os familiares, os amigos entre outros. E neste contexto e com o aumento, mesmo depois da pandemia, do trabalho home office vimos a cada dia aumentar a Síndrome do Burnout.

Existem também as chamadas compulsões leves, e pelo seu baixo nível de gravidade elas não são classificadas como distúrbio, no entanto, seguem os mesmos comportamentos na tentativa de buscar um conforto para um pensamento, ainda que o comportamento não apresente o efeito esperado.

É quando o indivíduo, por exemplo, sente a necessidade de olhar inúmeras vezes se realmente trancou a porta, muitas vezes girando a chave apara destravar e travar a porta repetidas vezes. Outro exemplo é quando a pessoa sente a necessidade de verificar se o zíper da bolsa está fechado com medo da perda de objetos importantes. O problema é quando essas compulsões leves evoluem para quadros mais graves de saúde, sendo necessário o tratamento adequado – completou a Dra. Gesika Amorim.

Os tipos mais comuns de compulsão, são:

  • Compulsão Alimentar: está muito associada ao desenvolvimento de transtornos alimentares. Em geral ela surge como um ato para buscar o alívio do estresse, e pode surgir na infância, quando o indivíduo não desenvolve mecanismos para enfrentar situações de estresse que possam exigir uma grande demanda emocional.

  • Por compras: o indivíduo utiliza, de maneira involuntária, a sensação de conquista quando compra algo, sendo uma forma de alívio para um sentimento negativo, como fugir de algum problema. Uma das maiores consequências causadas por esse tipo de compulsão é o endividamento financeiro que acaba comprometendo também os relacionamentos familiares. 
  • Por jogos: a forma para aliviar o estresse faz com que o indivíduo busque constantemente a sensação de ganhar no jogo, prejudicando a vida social e, quando envolve dinheiro, a vida financeira e até mesmo o rico de integridade física.
  • Tricotilomania: A compulsão, dentro desse transtorno, é o comportamento de arrancar os pelos do corpo, principalmente os cabelos, em momentos de estresse ou tédio. É um tipo de compulsão em que o indivíduo descarrega os seus sentimentos no próprio corpo. O indivíduo pode causar lesões e infecções na pele, podendo até desenvolver alopecia.

A compulsão pode, ainda, estar associada a complicações graves, como os vícios que muitos jovens e adultos também, desenvolveram por jogos eletrônicos e telas, que aumentou durante a pandemia, mas que ainda permanece, bem como o uso abusivo de substâncias químicas, sexo ou o desenvolvimento de transtornos como o TOC (transtorno obsessivo compulsivo). Nesses casos, a vontade de realizar uma atividade compulsiva faz com que pareça uma necessidade para o paciente – finaliza a Dra. Gesika Amorim.

Se você sente que tem algo mudando em você nesse sentido, no seu comportamento e ações, não espere. Busque logo o auxílio de um neurologista ou um psiquiatra e inicie o quanto antes um tratamento. Sem Saúde Mental, não há vida!

CRÉDITOS:

Dra. Gesika Amorim é Mestre em Educação Médica, Pediatra, Neuropsiquiatra com formação em Homeopatia Detox (Holanda), Especialista em Tratamento Integral do Autismo. Possui extensão em psicofarmacologia e Neurologia Clínica em Harvard. Especialista em Neurodesenvolvimento e Saúde Mental. Dentre outros títulos.

Ofertas de tênis Nike na Cupom de desconto

Olá, amores!

O tênis da Nike se tornou o favorito do verão no hemisfério norte e foi visto nos pés das maiores fashionistas e celebridades da atualidade. Com aproximação do campeonato esportivo mais importante de todos, o impacto do futebol na moda é notável.

A Nike é uma empresa multinacional americana, fundada em 1964 em Eugene. O primeiro nome foi Blue Ribbon Sports e em 1971 que passou a se chamar Nike.

Atualmente, a Nike é a maior fabricante de produtos esportivos com presença em mais de 120 países e patrocinadora de vários esportes, campeonatos e atletas ao redor do globo. Não é à toa que todo mundo quer um tênis Nike, não é mesmo?

Os tênis Nike são desenvolvidos com tecnologia de ponta e estão em constante aprimoramento para oferecer um produto de altíssima qualidade ao usuário.

A Black Friday é só no dia 25 de novembro, mas várias ofertas já estão disponíveis no mercado. É possível encontrar tênis esportivos e casuais com descontos 97% no site Cupom de desconto. As ofertas de tênis são uma ótima oportunidade para quem quer começar a se exercitar ou frequentar uma academia e estava esperando a hora certa de comprar o acessório.

E aí, gostaram das ofertas? Conta para mim nos comentários.

Dia Nacional de Combate à Tuberculose: Brasil é o 2º país do mundo em mortes pela doença, segundo a OMS

 Olá, amores!

Instituído como o Dia Nacional de Combate à Tuberculose, o próximo 17 de novembro traz uma reflexão sobre o atual panorama de disseminação da doença no país e levanta um dos maiores alertas às autoridades de saúde. Apontado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a segunda nação do mundo em mortes pela doença, o índice de contaminados pela tuberculose no Brasil é motivo de preocupação. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2021 foram registrados mais de 68 mil novos casos, número bastante próximo aos diagnósticos de 2020, quando mais de 4,5 mil pessoas morreram em virtude da infecção.

Considerado um problema de saúde pública mundial pela própria OMS, as ações de erradicação da doença – com metas ousadas a serem cumpridas até 2030 – sofreram, de fato, um grande impacto por conta da recente pandemia. Casos subnotificados, redução na oferta e procura por diagnósticos e tratamentos podem ter ocultado os reais números da tuberculose, que saltaram de 1,2 milhão de óbitos em 2019 para 1,6 milhão em 2021 ao redor do planeta. O órgão estima que cerca de 30 mil pessoas adoecem no mundo, todos os dias, acometidas pela enfermidade.   

O desafio vai além do que se imagina. De acordo com o novo Report Global de Tuberculose da OMS, a pandemia da COVID-19 reverteu anos de progresso no fornecimento de serviços essenciais de TB e na redução da carga da doença. As metas globais de TB estão, em sua maioria, fora do caminho, embora existam algumas histórias de sucesso nacional e regional.

O impacto mais óbvio é uma grande queda global no número de pessoas recém-diagnosticadas com tuberculose e reportadas. Os números caíram de 7,1 milhões em 2019 para 5,8 milhões em 2020, um declínio de 18% que remete ao nível de 2012, muito abaixo dos aproximadamente 10 milhões de pessoas que desenvolveram a doença em 2020. Além disso, 16 países foram responsáveis por 93% desta redução, sendo a Índia, Indonésia e Filipinas as mais afetadas. Os dados provisórios até junho de 2021 mostram déficits contínuos.

“Uma das maneiras mais efetivas de conter essa transmissão e erradicar suas ocorrências se dá pelo diagnóstico e tratamento precoces da tuberculose ativa e da prevenção reativa da patologia, por meio do tratamento da Tuberculose Infecção (ILTB), quando ainda não apresenta sintomas”, destaca Paulo Gropp, vice-presidente da QIAGEN na América Latina, multinacional alemã, especialista em tecnologia para diagnósticos moleculares que apresenta, entre suas soluções, o teste IGRA QuantiFERON-TB Gold Plus, considerado um exame referência e o mais utilizado no mundo, também disponível à população brasileira pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e em todos os planos de saúde.

Cobertura pelo SUS e planos de saúde

Pelo fato de apresentar uma fase inicial assintomática, que pode se estender por um longo período até que o paciente tenha uma queda de imunidade, a testagem da Tuberculose Infecção (ILTB) é indicada principalmente para pessoas que compõe o chamado grupo de risco da doença. Estão cobertos nos planos de saúde os pacientes que vivem com o vírus HIV, usuários de biológicos e candidatos a imunossupressão. Já no SUS, o teste está disponível para crianças com contato de tuberculose ativa, candidatos ao transplante de medula óssea e pacientes que vivem com o vírus HIV.

No último dia 9 de novembro de 2022, na 114ª Reunião Ordinária da Conitec, esta fez a recomendação final de ampliação de uso do teste IGRA em pacientes imunocomprometidos por uso de terapia imunossupressora, devido a doenças inflamatórias imunomediadas ou receptores de transplante de órgãos sólidos.

Após sua fase latente, a tuberculose pode evoluir de forma grave e rápida. Entre os principais sintomas estão a tosse crônica e persistente, febre, perda inexplicada de peso e, quando grave, sudorese noturna. Aos primeiros sinais de suspeita de contato ou sintomas, é recomendada a busca por ajuda e orientação médica. A tuberculose é uma doença tratável e curável, mas o sucesso da cura depende da rapidez do diagnóstico e tratamento.